
A iluminação interna torna as poltronas em mobiliários únicos, confortáveis e resistentes, ideais para eventos e festas, áreas externas e ambientes descontraídos.

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Em sua última edição a Revista Hotelaria, revista que traz as principais informações e orientações técnicas sobre equipamentos e produtos para o setor de hospedagem, trouxe no último mês um destaque para a empresa que a mais de 50 anos dedica-se a fabricação e manuseio de metais nobres de alta durabilidade como aço inox, alumínio e latão.
Na cobertura da Equipotel 2011 a maior feira de hotelaria e gastronomia da América Latina a Metal Pan, não poderia ficar de fora.
Com lançamentos inovadores a Metal Pan marcou presença no evento.
Trazendo mais uma vez produtos de qualidade abraçando as novas tendências do mercado.

Queremos agradecer a todos que visitaram o nosso estande na Equipotel 2011, a maior e melhor feira de hotelaria e gastronomia da América Latina, onde apresentamos as melhores soluções e novidades de produtos para o segmento de acordo com as tendências deste mercado versátil.
Confira aqui a galeria de fotos.
Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?
Lixão – é uma área de disposição final de resíduos sólodos sem nenhuma preparação anterior ao solo. não possui nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos – o chorume, que contamina a terra e o lençol freático. Como não houve nenhuma preparação para o recebimento do lixo, moscas ratos convivem com o lixo a céu aberto.
Aterro controlado – é uma fase intermediária entre o lixão e o aterro sanitário. Na maioria dos casos é uma parte do lixão que recebe cobertura de argila e/ou grama (idealmente selado com manta impermeável para proteger a pilha de água da chuva) além captação de chorume e gás, mas ainda assim apresenta alguns problemas ambientais,como mal cheiro e a não capacidade de segurar o biogás, fonte de energia produzida através do lixo.
Aterro Sanitário – Antes de iniciar a disposição do lixo o terreno foi preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com argila e mantas de PVC. desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não ser contaminado pelo chorume. este é coletado através de drenos e encaminhado para o poço de acumulação. A operação do aterro sanitário, assim como a do aterro controlado prevê a cobertura diária do lixo, não ocorrendo a proliferação de vetores, mau cheiro e poluição visual.
Neste domingo , dia 05 de junho é comemorado o dia do meio ambiente.
A data que foi instituída em 1972, após uma conferencia da ONU, para tratar das questões ambientais que envolvem o planeta.
A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, onde a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, onde a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.
Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.
Além de questões relacionadas a poluição, ao uso da água doce no planeta, e questões de energia, nesta data também são discutidas as atitudes de cada cidadão, e suas conseqüências para o meio ambiente.
Por tanto nesta data, vamos refletir nosso papel nessa luta pela sustentabilidade e pelo meio ambiente!
Tudo aquilo,que há alguns anos parecia impensável, hoje faz parte do nosso cotidiano. A tecnologia transforma nossas vidas, modifica nosso comportamento, e com ele pode trazer alguns maus hábitos.
Um deles, é o consumismo desenfreado, que é o principal responsável, pelos maiores problemas que o planeta enfrenta.Como por exemplo o lixo eletrônico.
Um artigo do portal Atitudes Sustentáveis fala do aumento do lixo eletrônico.
“Com a velocidade que o desenvolvimento tecnológico vem avançando o lixo eletrônico tem aumentado muito, causando sérios danos ao meio ambiente, uma vez que os equipamentos eletrônicos são fontes de metais pesados, tóxicos e altamente poluentes.
Esses equipamentos estão sendo trocados com uma facilidade incrível, em tempo cada vez mais curto, pois os consumidores procuram pelos modernos computadores, geladeiras, televisores e celulares e outros equipamentos eletrônicos.
Descartam os usados em lixos, causando um grande impacto ambiental, pois esses produtos contêm cádmio, chumbo, mercúrio e berílio que em contato com o solo contaminam o lençol freático, e quando queimados poluem o ar, além de colocar em risco a saúde dos catadores de lixo.
O mundo inteiro tem se preocupado muito com o destino que vem sendo dado a esse lixo urbano tão poluente, principalmente os países desenvolvidos, mas infelizmente mesmo entre eles ainda existem os países que não tomaram nenhuma atitude em relação a isso.
Os países do primeiro mundo estão procurando passar a responsabilidade de reciclagem de seus produtos para os próprios fabricantes, podemos citar no caso a China que vem demonstrando grande preocupação com o lixo eletrônico.
Já nos EUA, por exemplo, são despejados nos lixões anualmente 300 milhões de computadores e apenas 14% deles é reaproveitado.
Entre os países emergentes, o Brasil é o que mais produz o e- lixo e não tendo um paradeiro correto para ele, manda-o para o lixo comum, acaba sendo depositado nos grandes lixões.
São raras as iniciativas existentes no país para dar outro destino a esse lixo, podemos citar entre elas, o projeto da Universidade de São Paulo (USP), que recicla computadores que já não tem mais valor, reutilizando até os menores dos parafusos, assim evitando que inúmeros PCs cheguem aos lixões brasileiros.O consumismo desenfreado é uma prática de vida adotada no mundo todo, as pessoas dão preferência a um aparelho de última geração à possibilidade de reformar ou equipar o antigo, e com isso o lixo eletrônico cresce cada vez mais.
Sendo assim, para que a natureza e a saúde humana estejam livres dessa grande ameaça é necessário despertar a consciência sócio-ambiental, as pessoas que já a tem devem promover campanhas a favor de um novo estilo de vida e propagandear as vantagens do consumo consciente, da reciclagem e utilização dos matérias, principalmente dos aparelhos eletrônicos.”
No dia 1º de Abril é comemorado no mundo todo o “dia da mentira”, a origem a respeito desta tradição, é um tanto controversa, alguns dizem que a brincadeira surgiu na França no começo do século XVI, onde o ano novo era festejado no dia 25 de março data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1° de abril. Depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries
Para elucidar esta data, estamos aqui trazendo a matéria da revista VEJA que destaca as 10 maiores mentiras a respeito da sustentabilidade.
Vamos a eles!
O sentido moderno do termo foi claramente definido pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, da Organização das Nações Unidas, em 1987, que classificou o desenvolvimento sustentável como aquele que “satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades.
Ou seja, recomenda cuidar dos ecossistemas no presente para que haja recursos suficientes para sustentar a vida humana no futuro. A Terra já sobreviveu a cinco extinções em massa, a última delas a que acabou com os dinossauros, há 65 milhões de anos, e vai sobreviver se o modo de vida humana causar nova extinção em massa. O assunto não é se preocupar com o fim do mundo, mas encontrar formas de preservar a capacidade da Terra de sustentar uma civilização próspera e moderna.
Os dois conceitos têm pontos em comum, mas ser “verde” significa, sobretudo, a preferência do natural sobre o artificial.
A tecnologia não é algo necessariamente ruim. Quando limpa, sem causar impactos destrutivos ao ambiente, pode encontrar recursos renováveis, como células solares, as turbinas de vento e os carros elétricos.
O tempo que o planeta demora para produzir os recursos de que o homem precisa é muito maior do que o tempo que o homem leva para consumi-los. Por isso a tecnologia limpa é tão importante.
Seria limitado discutir a sustentabilidade apenas do ponto de vista ambiental. As perspectivas sociais e econômicas da humanidade estão no mesmo patamar da preservação do meio ambiente.
Mesmo que os moradores das grandes cidades decidam economizar água para que o abastecimento seja suficiente para todos, quase 1 bilhão de pessoas não terão acesso garantido a esse recurso – e isso não é sustentável.
Reciclar se tornou a solução simbólica da crise ambiental e é a mensagem mais divulgada quando se fala em contribuir para a sustentabilidade. Mas encaminhar garrafas e latas de alumínio para o reaproveitamento é apenas um item de uma enorme pauta. Energia e transporte, por exemplo, são questões com maior prioridade.
A escolha de produtos com menor impacto ambiental e de tecnologia mais limpas deve ser o primeiro passo. Em resumo, quem acha que vive de forma sustentável apenas porque está separando o lixo para a reciclagem precisa pensar melhor no assunto.
Esse é o mito dos mitos. A impressão de que ser sustentável sai caro está associada ao fato de que existe um custo inicial na implantação de tecnologias limpas. Não há como escapar de despesas na troca por tecnologia mais sustentável. Quase sempre o investimento é fartamente recompensado pela economia que se fará no futuro.
Não é verdade. Ou, pelo menos, não toda a verdade. O conceito de sustentabilidade não é um clamor por uma vida menos confortável, mas, sim, uma reflexão sobre o consumo excessivo. Basicamente, é uma proposta de fazer mais com menos. Não é preciso deixar de viver bem, mas mudar o conceito do que é uma vida boa.
A escolha do consumidor e dos movimentos organizados é necessária e produtiva, mas não é suficiente para promover grandes mudanças. Só o governo tem o poder e os recursos para fazer diferença real.
Mas Como? Pode, por exemplo, usar a tributação para coibir a emissão de gases do efeito estufa. Também pode criar padrões para veículos mais eficientes no uso de combustíveis. Cabe ao governo informar à sociedade o valor real dos serviços que o planeta nos presta com seu ecossistema.
Nem sempre criar novas tecnologias é a solução para a dilapidação dos recursos naturais. As vezes, reinventar uma metodologia ou um sistema já existente atende perfeitamente aos desafios da sustentabilidade. Exemplo: muitas pessoas pensam na melhoria do carro, mas poucas pensam em mobilidade urbana.
Não é exatamente um mito, mas uma falsa questão. A melhor forma de conter o aumento da população é promover a educação e a melhoria das condições de vida. Já estamos gastando recursos naturais acima da capacidade de reposição do planeta.
A culpa não é só do tamanho da população, mas também da integração do crescimento populacional com os hábitos de consumo da sociedade. Se o mundo inteiro consumisse como os Estados Unidos, precisaríamos de quatros planetas.
Nem sempre uma atitude sustentável é suficiente para colaborar com o planeta. Não que seja inútil, mas o conceito de sustentabilidade está ligado a atitudes que consideram resultados de longo prazo.
Na hora de tomar uma decisão para um negócio, vale imaginar todos os impactos possíveis no futuro, ambientais, sociais e econômicos. Antes de desenvolver uma prática que aparenta ser a solução de todos os problemas, é preciso olhar para todos os lados e ter certeza de que ela não causará outros tipos de impacto.
Não se esqueça da Lei de Ação e Reação!
Flashmobs são, eventos organizados, através da internet, aonde pessoas se reúnem em lugares públicos, para realizar algum tipo de ação coletiva.
Esse é um exemplo de uma divertida brincadeira realizada no Canadá. Uma espécie de pegadinha de concientização, aonde um homem se abaixa para amarrar o sapato perto de uma lixeira e deixa ao lado uma garrafa de plástico. Os transeuntes agem indiferente para a garrafa, até que, uma menina chega e casualmente pega a garrafa e a joga no lixo, o cenário muda de repente: 90% das pessoas presentes, todas com chapéu vermelho, levantam-se para celebrar e animar a menina. Foi a ideia da Testé sur des humains, um programa da TV canadense que faz estudos e experimentos diversos com pessoas.
A brincadeira é engraçada, mas serve pra refletir nossas ações do dia a dia.
Quantas horas do seu dia você perde no transito? Quantas horas por semana você perde tomando aquele cafezinho? Quantas horas assistindo TV? Ou indo ao shopping?
E quantas horas você dedica a refletir a respeito do futuro do planeta?
Neste sábado dia 26, as 20h30 teremos essa oportunidade.
A hora do planeta é uma proposta mundial da ONG WWF, que convida a todos os países do globo, a oferecerem uma hora, para apagarem suas luzes num ato simbólico, numa demonstração de preocupação com o aquecimento global.
Em 2010 mais de um 1 bilhão de pessoas em 4.616 cidades apagaram suas luzes durante os eventos.Esse ano é esperado um número ainda maior de pessoas aderindo ao movimento
Apagar as luzes não como apenas um protesto, ou uma forma de economia da energia elétrica, é um convite a reflexão a respeito de nossas atitudes do dia a dia que prejudicam o meio ambiente. Alem de uma oportunidade para expressar melhor nossas idéias, em um mundo tão caótico e agitado.
Nós da Metal Pan, convidamos a todos para aderirem a este movimento, por um mundo mais sustentável. Um grito por soluções inteligentes.
E como um grande poeta disse uma vez. “Nada grita mais alto do que o som do silêncio”
Para maiores informações viste o site do evento http://www.horadoplaneta.org.br