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Qual a diferença de lixão e aterro?

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Qual a diferença de lixão e aterro?

Postado por Solange Piedade | Meio Ambiente | 07-07-2011

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Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?

Lixão – é uma área de disposição final de resíduos sólodos sem nenhuma preparação anterior ao solo. não possui nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos – o chorume, que contamina a terra e o lençol freático. Como não houve nenhuma preparação para o recebimento do lixo, moscas ratos convivem com o lixo a céu aberto.

Aterro controlado – é uma fase intermediária entre o lixão e o aterro sanitário. Na maioria dos casos é uma parte do lixão que recebe cobertura de argila e/ou grama (idealmente selado com manta impermeável para proteger a pilha de água da chuva) além captação de chorume e gás, mas ainda assim apresenta alguns problemas ambientais,como mal cheiro e a não capacidade de segurar o biogás, fonte de energia produzida através do lixo.

Aterro Sanitário – Antes de iniciar a disposição do lixo o terreno foi preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com argila e mantas de PVC. desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não ser contaminado pelo chorume. este é coletado através de drenos e encaminhado para o poço de acumulação. A operação do aterro sanitário, assim como a do aterro controlado prevê a cobertura diária do lixo, não ocorrendo a proliferação de vetores, mau cheiro e poluição visual.

As 10 maiores mentiras sobre a “Sustentabilidade”

Postado por Fabio Costa | Meio Ambiente | 01-04-2011

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No dia 1º de Abril é comemorado no mundo todo o “dia da mentira”, a origem a respeito desta tradição, é um tanto controversa, alguns dizem que a brincadeira  surgiu na França  no começo do século XVI, onde o ano novo era festejado no dia 25 de março data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1° de abril. Depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries

Para elucidar esta data, estamos aqui trazendo a matéria da revista VEJA que destaca as 10 maiores mentiras a respeito da sustentabilidade.

Vamos a eles!

1- Ninguém realmente sabe o que isso significa

O sentido moderno do termo foi claramente definido pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, da Organização das Nações Unidas, em 1987, que classificou o desenvolvimento sustentável como aquele que “satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades.

Ou seja, recomenda cuidar dos ecossistemas no presente para que haja recursos suficientes para sustentar a vida humana no futuro. A Terra já sobreviveu a cinco extinções em massa, a última delas a que acabou com os dinossauros, há 65 milhões de anos, e vai sobreviver se o modo de vida humana causar nova extinção em massa. O assunto não é se preocupar com o fim do mundo, mas encontrar formas de preservar a capacidade da Terra de sustentar uma civilização próspera e moderna.

2 -Sustentabilidade é  um sinônimo verde

Os dois conceitos têm pontos em comum, mas ser “verde” significa, sobretudo, a preferência do natural sobre o artificial.

A tecnologia não é algo necessariamente ruim. Quando limpa, sem causar impactos destrutivos ao ambiente, pode encontrar recursos renováveis, como células solares, as turbinas de vento e os carros elétricos.

O tempo que o planeta demora para produzir os recursos de que o homem precisa é muito maior do que o tempo que o homem leva para consumi-los. Por isso a tecnologia limpa é tão importante.

3 – Trata-se, em resumo, de preservar a natureza

Seria limitado discutir a sustentabilidade apenas do ponto de vista ambiental. As perspectivas sociais e econômicas da humanidade estão no mesmo patamar da preservação do meio ambiente.

Mesmo que os moradores das grandes cidades decidam economizar água para que o abastecimento seja suficiente para todos, quase 1 bilhão de pessoas não terão acesso garantido a esse recurso – e isso não é sustentável.

4 –  Sustentabilidade é outra palavra para reciclagem

Reciclar se tornou a solução simbólica da crise ambiental e é a mensagem mais divulgada quando se fala em contribuir para a sustentabilidade. Mas encaminhar garrafas e latas de alumínio para o reaproveitamento é apenas um item de uma enorme pauta. Energia e transporte, por exemplo, são questões com maior prioridade.

A escolha de produtos com menor impacto ambiental e de tecnologia mais limpas deve ser o primeiro passo. Em resumo, quem acha que vive de forma sustentável apenas porque está separando o lixo para a reciclagem precisa pensar melhor no assunto.

5 – Sustentabilidade custa caro

Esse é o mito dos mitos. A impressão de que ser sustentável sai caro está associada ao fato de que existe um custo inicial na implantação de tecnologias limpas. Não há como escapar de despesas na troca por tecnologia mais sustentável. Quase sempre o investimento é fartamente recompensado pela economia que se fará no futuro.

6 – Sustentabilidade significa reduzir o padrão de vida

Não é verdade. Ou, pelo menos, não toda a verdade. O conceito de sustentabilidade não é um clamor por uma vida menos confortável, mas, sim, uma reflexão sobre o consumo excessivo. Basicamente, é uma proposta de fazer mais com menos. Não é preciso deixar de viver bem, mas mudar o conceito do que é uma vida boa.

7 – Sustentabilidade depende dos consumidorese militantes, não do governo

A escolha do consumidor e dos movimentos organizados é necessária e produtiva, mas não é suficiente para promover grandes mudanças. Só o governo tem o poder e os recursos para fazer diferença real.

Mas Como? Pode, por exemplo, usar a tributação para coibir a emissão de gases do efeito estufa. Também pode criar padrões para veículos mais eficientes no uso de combustíveis. Cabe ao governo informar à sociedade o valor real dos serviços que o planeta nos presta com seu ecossistema.

8 – Novas tecnologias são a solução

Nem sempre criar novas tecnologias é a solução para a dilapidação dos recursos naturais. As vezes, reinventar uma metodologia ou um sistema já existente atende perfeitamente aos desafios da sustentabilidade. Exemplo: muitas pessoas pensam na melhoria do carro, mas poucas pensam em mobilidade urbana.

9 – O cerne do problema é a superpopulação

Não é exatamente um mito, mas uma falsa questão. A melhor forma de conter o aumento da população é promover a educação e a melhoria das condições de vida. Já estamos gastando recursos naturais acima da capacidade de reposição do planeta.

A culpa não é só do tamanho da população, mas também da integração do crescimento populacional com os hábitos de consumo da sociedade. Se o mundo inteiro consumisse como os Estados Unidos, precisaríamos de quatros planetas.

10 – É fácil viver de forma sustentável

Nem sempre uma atitude sustentável é suficiente para colaborar com o planeta. Não que seja inútil, mas o conceito de sustentabilidade está ligado a atitudes que consideram resultados de longo prazo.

Na hora de tomar uma decisão para um negócio, vale imaginar todos os impactos possíveis no futuro, ambientais, sociais e econômicos. Antes de desenvolver uma prática que aparenta ser a solução de todos os problemas, é preciso olhar para todos os lados e ter certeza de que ela não causará outros tipos de impacto.

Não se esqueça da Lei de Ação e Reação!

Tenha um alegre e divertido 1º de Abril, e lembre-se sempre de que mentira tem perna curta!

O Dia Mundial da Água

Postado por Fabio Costa | Meio Ambiente | 22-03-2011

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Já parou pra pensar em como seria sua vida sem água? Pois é, é praticamente impossível pensar nisso, até porque sem a água você não teria uma vida pra pensar.

O recurso natural mais importante, e que o utilizamos em praticamente todas as atividades de nosso dia a dia, mas também é constantemente menosprezado e desvalorizado por nossas atitudes. De tão presente no cotidiano, e de tão fácil acesso, nas grandes metrópoles, criamos esta ilusão de abundancia imaginado se tratar de um recurso natural inesgotável, mas infelizmente para nós, esse pensamento não poderia estar mais errado.

Sabemos que dois terços de nosso planeta é coberto de água, entretanto a porcentagem dessa água considerada própria para consumo, é de pouco mais de 0,007% . Menos de 1%!! Parece pouco? se levarmos em consideração que a cada dia, poluímos e degradamos essas tão escassas fontes, diminuindo ainda mais essa porcentagem, tudo isso parece ainda mais grave quando nos damos conta do quanto desperdiçamos, esse recurso tão precioso.

Pensando nisso desde 1992 a ONU, criou o Dia Mundial da Água, como forma de campanha, para oferecer as pessoas uma oportunidade de reflexão a respeito de nossas atitudes, que podem transformar o rumo do planeta.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º – A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º – A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º – Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º – O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º – A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º – A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º – A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º – A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º – A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º – O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Por que ainda usamos a energia nuclear?

Postado por Fabio Costa | Meio Ambiente | 16-03-2011

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Essa é uma questão que tem sido levantada, emvista dos recentes acontecimentos no Japão, onde uma de suas usinas nucleares sofreu um severos danos ocasionados pelos desastres naturais ocorridos semana passada, contaminando o meio ambiente e  colocando a vida das pessoas em sua volta.

Usina de Fukushima após o desastre

A energia nuclear, é provávelmente a mais polêmica alternativa energética que usamos atualmente. Não é uma energia renovável, e é obtida através da manipulação de elementos químicos, (como urânio) que fornecem resíduos, extremamente nocivos ao meio ambiente, e principalmente a saúde das pessoas.

Em nosso país, existem duas usinas ativas, que são responsáveis por pouco mais de 2% da energia utilizada no Brasil, comparado a situação do Japão com 55 usinas ativas.Entretanto o governo brasileiro estuda a implantação mais oito usinas no período de 20 anos, e todos começam a se perguntar, esse investimento vale a pena? É um risco que estamos dispostos a correr?  Não há outras alternativas energéticas mais seguras e principalmente renováveis? Até quando utilizaremos, esse tipo de energia?

Vamos conhecer as principais vantagens e desvantagens na utilização da energia núclear.

Vantagens:
- não contribui para o efeito de estufa (principal);
- não polui o ar com gases de enxofre, nitrogênio, particulados, etc.;
- não utiliza grandes áreas de terreno: a central requer pequenos espaços para sua instalação;
- não depende da sazonalidade climática (nem das chuvas, nem dos ventos);
- pouco ou quase nenhum impacto sobre a biosfera;
- grande disponibilidade de combustível;
- é a fonte mais concentrada de geração de energia
- a quantidade de resíduos radioativos gerados é extremamente pequena e compacta;
- a tecnologia do processo é bastante conhecida;
- o risco de transporte do combustível é significativamente menor quando comparado ao gás e ao óleo das termoelétricas;
- não necessita de armazenamento da energia produzida em baterias;

Desvantagens:
- necessidade de armazenar o resíduo núclear em locais isolados e protegidos,
- necessidade de isolar a central após o seu encerramento;
- é mais cara quando comparada às demais fontes de energia;
- os resíduos produzidos emitem radioatividade durante muitos anos;
- dificuldades no armazenamento dos resíduos, principalmente em questões de localização e segurança;
- pode interferir com ecossistemas;
- grande risco de acidente na central nuclear.

A energia nuclear é considerada uma energia limpa, apesar do que muita gente acredita. Entretanto, casos como o de Fukushima, apenas servem  para nos lembrar, a respeito da periculosidade dessas usinas, e o quanto somos despreparados para lidar com condições adversas, mesmo em um dos países mais tecnologicamente avançados do mundo.

A até quando colocaremos em risco nosso planeta, e a vida de seus habitantes, em nome do progresso?

Quando começaremos de verdade a substituir esse tipo de energia  não renovável, nociva, por outras formas de energias  limpas e sustentáveis?

Será apenasque estamos esperando que todos os combustíveis fósseis se acabem, e todos nossos recursos naturais se esgotem, para que só então passemos a buscar formas de energia renováveis?

Será que nunca escutaram a afirmação  “ A idade da pedra  não acabou por falta de pedras.” ?

No feriadão de 15 de novembro, não jogue lixo na estrada.

Postado por Solange Piedade | Coleta Seletiva, Comunicação Visual, Lixeiras, Meio Ambiente, Produtos, Sacos de Lixo | 13-11-2010

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Jogar lixo pela janela do veículo é um hábito muito comum, porém, além de ser falta de educação e poluir o meio ambiente, esta atitude é uma infração de trânsito e pode causar acidentes.

Segundo o CTB, no art. 171: “Usar o veículo para arremessar, sobre os pedestres ou veículos, água ou detritos”; e art. 172: “Atirar do veículo ou abandonar na via objetos ou substâncias”. Para ambos: Infração – média (4 pontos na carteira); Penalidade – multa (R$ 85,13).

Dia das Crianças Sustentável

Postado por Karine Pedrosa | Coleta Seletiva, Meio Ambiente, Produtos | 11-10-2010

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Dia das Crianças Sustentável
Ajude os mais novos a pensarem como gente grande.

Você sabe. Os melhores momentos da sua infância foram aqueles que a natureza esteve envolvida, como correr na praia, brincar num bosque e conhecer diferentes animais. Mas já pensou se tudo isso acabasse?

A Metal Pan sabe que um mundo verde é fundamental para o crescimento saudável de qualquer criança. Por isso, oferece produtos voltados especialmente para você ajudar na conscientização ambiental dos mais jovens. São lixeiras que incentivam o manejo correto dos lixos e cooperam para uma educação sustentável. Assim, com a Metal Pan e sua ajuda, os baixinhos poderão aproveitar esse e os próximos Dias das crianças com muita natureza ao redor!

Sustentabilidade: o melhor presente que uma criança pode ganhar.

Dia 22 de Setembro

Postado por Karine Pedrosa | Boca no Trombone, Meio Ambiente | 22-09-2010

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Hoje, além de ser o Dia Mundial Sem Carro, é também comemorado o dia do Rio Tietê.

 Hoje, alguns manifestantes, muitos em trajes de banho, com guarda-sóis, cadeiras e esteiras, foram para a beira do rio, para pedir que o Tietê volte a ser orgulho para São Paulo. Eles montaram uma espécie de praia à beira do Tietê, na altura da Ponte das Bandeiras.

Foto: Em 2010, manifestantes a beira do Rio.

Os manifestantes lembraram do tempo em que o rio ajudava a cidade, permitindo a navegação, oferecendo pesca fácil e até sendo um lugar favorito para muita diversão. O rio dá as costas para o mar e percorre 1,1 mil quilômetros até o Rio Paraná. Se recuperado, ele pode ser decisivo para melhorar a vida em São Paulo.

 O que os manifestantes desejam para o rio Tietê já existe. Em vários lugares do mundo, rios que já foram mortos hoje dão vida às cidades. Vamos todos nos sencibilizar e participar dessa corrente.

Foto: Em 1800, Rio Tietê.

Saudações Sustentáveis

Deixe o carro e vá de galinha!

Postado por Karine Pedrosa | Boca no Trombone, Meio Ambiente | 22-09-2010

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Deixe o carro em casa e vá de galinha. Como? A campanha é da Fundação SOS Mata Atlântica que foi lançada hoje, no Dia Mundial Sem Carro.

Na verdade, não estamos muito distantes de ir de galinha. Segundo a SOS Mata Atlântica, a velocidade média na hora do rush em São Paulo é de 15 km/h. Apenas 1 km/h a mais do que uma galinha.

Em defesa das galinhas, a entidade lembra que o animal não polui. Apesar de, às vezes, soltar uns gases. Mas nada que se compare à emissão de 43 milhões de toneladas de CO2 dos veículos paulistanos.

Então, vai de galinha ou de carro?

Diario de Pernambuco

 Saudações Sustentáveis

O que você quer hoje?

Postado por Solange Piedade | Boca no Trombone, Meio Ambiente | 01-09-2010

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Olá pessoal, depois de um bom tempo sem postar, andei um pouco ausente pela correria da vida, mais voltei firme e forte e hoje resolvi postar um vídeo bem interessante.

Vocês já pensaram o que vocês querem hoje? Carro? Casa? Roupa? Celular?

Nós queremos tantas coisas que muitas vezes são tão fúteis, que nos esquecemos de olhar para o lado e ver o que realmente é necessário para vivermos.

Assista ao vídeo e veja o que mudou para você!

  

Saudações Sustentáveis.

Lei do Lixo

Postado por Solange Piedade | Boca no Trombone, Meio Ambiente | 17-08-2010

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O Brasil produz 170 milhões de lixo diariamente e apenas 10% desse total vai para reciclagem, o restante vai para aterros e lixões. Para evita que o lixo seja descartado de forma incorreta no meio ambiente, uma política nacional de Resíduos sólidos foi criada pelo congresso há 20 anos.

 A Política de Resíduos Sólidos, foi sancionada no começo do mês de Julho, pelo nosso presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que diz que deve ser regulamentarizada em 90 dias.

 A Lei trouxe como proposta responsabilizar empresas pelo recolhimento dos produtos, estabelece a integração de municípios na gestão dos resíduos e responsabiliza toda a sociedade pela geração de lixo.

 Saudações Sustentáveis.

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